26 de julho, de 2017 | 17:44
Empresários são alvo de golpe do boleto bancário
preciso ficar atento para não cair na prática criminosa, alertam entidades do setor
Divulgação
Quase sempre os boletos são enviados já com prazos vencidos ou próximos ao vencimento, na tentativa de pressionar a vítima para o pagamento imediato
O famoso golpe do boleto bancário falso voltou a ser aplicado no Vale do Aço, com foco nos empresários e microempresários. Algumas vezes, as cobranças chegam em nome de associações comerciais e outras instituições que nem sequer existem. É preciso ficar atento para não cair na prática criminosa, alertam entidades do setor.
Quase sempre os boletos são enviados já com prazos vencidos ou próximos ao vencimento, na tentativa de pressionar a vítima para o pagamento imediatoOs boletos falsos destinados aos comerciantes e prestadores de serviços, geralmente, são enviados pelos Correios e apresentam logomarcas das associações, para dar ares de um documento legal. Outra estratégia adotada para as cobranças aparentarem ser verdadeiras é a utilização de artigos da Constituição Federal, que citam prováveis punições caso o valor cobrado não seja quitado.
Além disso, quase sempre os boletos são enviados já com prazos vencidos ou próximos ao vencimento, na tentativa de pressionar a vítima para o pagamento imediato.
Mesmo não sendo um golpe novo, ele ainda faz muitas vítimas, em especial aos recém-chegados no ramo empresarial, que ainda não possuem experiências com todas as taxas legais existentes. A orientação da Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e de Prestação de Serviços de Ipatinga (Aciapi) e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Ipatinga é que se verifique a origem do boleto antes de efetuar o pagamento.
A gerente do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) em Ipatinga, Maria Edna, recomenda que em casos suspeitos procure especialistas. Isto não é algo recente, já existem diversos registros de tentativa do golpe e, recentemente, fomos procurados por alguns associados que receberam estes boletos. Em consulta ao departamento jurídico da ACIAPI-CDL, entendemos que se trata de cobranças fraudulentas, uma vez que o empresário não é associado à entidade cobradora. Caso o associado fique em dúvida procure o seu contador ou um advogado especialista na área”, informa.
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