Para aprender a usar a mente a seu favor

Divulgação


Júnior: “Empresas e pessoas bem sucedidas encontram soluções e aproveitam oportunidades em meio à crise”


No dia 22 de julho será promovido em Ipatinga o treinamento "Sua mente a seu favor". A atividade será desenvolvida no Hotel Domus, no bairro Cidade Nobre, das 8h30 às 18h30.

"Aprenda os segredos para assumir o controle da sua mende, gerenciar melhor suas emoções e alcançar de uma vez por todas os seus objetivos", convida o master coach Júnior Miranda. Graduado em Relações Públicas pela PUC/MG, Especialista em Marketing Político pela UFMG e Líder Coaching e Master Coaching pela Organização Internacional Condor Blanco (Chile) e Associação Brasileira de Coaching, Miranda explica, em entrevista ao Diário do Aço, sobre o que é ensinado no treinamento.

Diário do Aço: Qual é o real poder da mente?

Júnior Miranda: Toda criação humana se dá em dois passos: primeiro criamos as coisas mentalmente e só depois a materializamos no plano físico. Não existe nada criado pelo ser humano fisicamente que não tenha sido criado na mente primeiro. A neurociência tem avançado muito nas pesquisas com relação ao cérebro mas ainda estamos longe de compreender seu verdadeiro potencial. Mas uma coisa é certa: nossa realidade está diretamente ligada às imagens que projetamos em nossa mente.

DA: Mas se é tão simples assim, por que, muitas vezes, não criamos a realidade que desejamos?

JR: Simplesmente porque não assumimos o controle sobre os nossos pensamentos. Diversos estudos apontam que em torno de 95% das nossas ações provém de pensamentos inconscientes. Ou seja, na maior parte do tempo estamos criando nossa realidade a partir do que está armazenado em nossa memória. Por isso nossa vida tende a não mudar tanto de um ano para o outro, é o passado que vai se repetindo com pequenas diferenças. Mas quando aprendemos a assumir esse controle, temos a oportunidade de recondicionar nossos padrões de pensamentos de forma que eles possam nos auxiliar na busca por nossos objetivos e não o contrário.

DA: Podemos afirmar que esse workshop vai traduzir para as pessoas um pouco do que as impede de alcançarem o que desejam?

JR: Sim. Na primeira parte do workshop falamos muito sobre o quanto somos responsáveis pela construção da nossa realidade. É muito comum justificarmos nossos resultados culpando condições externas seja a crise econômica, falta de apoio de alguém, o chefe, o professor ou qualquer coisa que esteja fora do nosso controle. Ou as vezes até sabemos que depende da gente, mas somos consumidos pelos nossos medos ou então adquirimos o hábito de procrastinar, deixar tudo pra daqui a pouco e acabamos perdendo muito tempo. Mas tudo isso é condicionamento e o nosso cérebro é dotado da capacidade de mudar, de se adaptar mediante novas experiências. Então não só falamos sobre o que impede as pessoas de alcançarem o que desejam mas ensinamos também como elas podem se condicionarem para enfrentarem esses obstáculos e irem além de onde elas têm conseguido ir.

DA: Então fatores como a crise econômica, adversidades financeiras e as demais condições externas não importam?

JR: As condições externas influenciam, mas não determinam nossos resultados. Muito mais importante do que as condições em si é como lidamos com elas. Existem pessoas bem sucedidas na África, enquanto outras estão fracassando na Suécia e nos Estados Unidos. No próprio Brasil, quantas startup's estão sendo criadas em meio à crise econômica e quantas empresas descobriram novos modelos de negócios? Empresas e pessoas bem sucedidas são aquelas que solucionam problemas. E é por isso que eles conseguem encontrar tantas oportunidades em meio aos "problemas" de uma crise, por exemplo. Percebe a diferença dos padrões mentais? Quando estamos diante de um problema, de incertezas, tendemos a reagir de uma forma. Quando olhamos para as mesmas situações como oportunidades, agimos completamente diferente.

DA: Mas por que é tão difícil pensar como essas pessoas, enxergar o que elas enxergam?
É importante compreender que o nosso cérebro é configurado para a gente sobreviver, e não para sermos felizes, prósperos e realizados. Por uma questão evolutiva da espécie humana, nosso cérebro busca sempre economizar energia direcionando nossos pensamentos ao que é aparentemente mais fácil. Por isso que os nossos padrões mentais, aqueles caminhos que estamos acostumados a percorrer, têm tanto poder sobre nossos comportamentos. Mas, como eu disse, o nosso cérebro pode mudar, desenvolver novos padrões. A questão é que a maioria das pessoas não está disposta a sair de sua zona de conforto para promover mudanças.

DA: A quem se destina esse workshop que você promoverá em Ipatinga?

JR: É para pessoas que querem mudar o padrão, mudar a própria mentalidade para uma mentalidade de sucesso, pessoas que sentem que tem potencial mas, por algum motivo, não estão conseguindo fazer o que querem, pessoas que têm sonhos de conquistar algum objetivo, que buscam uma independência financeira, que estão buscando mudar de vida de uma vez por todas. É para pessoas que estão cansadas porque sabem que no fundo poderiam alcançar um tanto de coisa mas estão estagnadas no seu trabalho, na sua carreira, nos estudos, no seu relacionamento e já perceberam o quanto mudar a nossa mente muda todo o jogo.

Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: falecomoeditor@diariodoaco.com.br

Comentários

Marcelo 17 de fevereiro, 2018 | 12:51
Kkkkkk kkkkkk kkkk. ....
Somente nesse vale do aço que isso terá espaço, tal pai, tal filho.
Acorde mensino, vai arrumar um emprego de verdade.
Pare com essa palhaçada.
Celso Dias Jr. 16 de julho, 2017 | 12:35
Excelente reportagem e excelente profissional. Este evento será um marco no Vale do Aço. Claro, principalmente na vida de quem participar. Eu e minha esposa certamente estaremos lá!

Aviso - Os comentários não representam a opinião do Portal Diário do Aço e são de responsabilidade de seus autores. Não serão aprovados comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes. O Diário do Aço modera todas as mensagens e resguarda o direito de reprovar textos ofensivos que não respeitem os critérios estabelecidos.

ENVIE O SEU COMENTÁRIO