08 de julho, de 2017 | 09:30

Hospital Márcio Cunha mantém acreditação

Arquivo DA
Hospital Márcio Cunha Hospital Márcio Cunha
O Hospital Márcio Cunha (HMC) manteve a Acreditação Hospitalar – Nível 3, recomendada pela Det Norske Veritas (DNV), junto à Organização Nacional de Acreditação (ONA). Conquistado por meio da auditoria externa periódica, realizada entre os dias 19 a 21 de junho, o feito representa o avanço da instituição na segurança e na sustentabilidade dos seus negócios, informa a diretoria do HMC.

Para o superintendente Geral de Hospitais da Fundação São Francisco Xavier (FSFX), Mauro Oscar Soares de Souza Lima, o foco na segurança e no resultado da assistência prestada ao paciente evidencia a eficiência e excelência dos processos do HMC. “Estamos alinhados aos objetivos estratégicos que direcionam as ações corporativas da Fundação e do hospital. O nosso compromisso é com a satisfação do cliente. Ao mantermos esta certificação, ratificamos a qualidade fortemente marcada em nosso DNA, seguindo os mais altos padrões internacionais”, explica.

Primeiro hospital do país a ser certificado com o título de Acreditado com Excelência, em 2003, o Márcio Cunha já passou por quatro auditorias para recertificação, válida por três anos e, anualmente, recebe os auditores externos para uma avaliação periódica.

“Em um momento instável na saúde pública como o que ocorre no Vale do Aço, a renovação periódica da acreditação reforça o compromisso do HMC em proteger a vida, promovendo um controle maior dos riscos clínicos e não clínicos, e uma maior qualidade dos serviços prestados”, informa a diretoria do HMC.

Entre os investimentos recentes, a Fundação São Francisco Xavier cita R$ 25 milhões para o funcionamento da unidade de Oncologia Pediátrica, modernização da Unidade de Oncologia e do Centro de Terapia Renal Substitutiva, e criação do Centro de Reabilitação e Casa das Mães.

Os setores que integram a 3ª fase do Plano Diretor de Obras da FSFX contaram com recursos da própria instituição, do governo estadual e também de 23 empresas parceiras, que contribuíram por meio do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon), e do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde dos Pacientes com Deficiência (Pronas/PCD), do Ministério da Saúde, por meio de deduções do Imposto de Renda.

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