08 de junho, de 2017 | 17:53

Operação “Tratamento de Choque” já cobriu quase 1.400 buracos

De cada dez reclamações de descaso do governo municipal, pelo menos seis são relacionadas às más condições das vias

Secom/ PMI
Uma das equipes atuou na rua Cristalina, no Veneza, na tarde nesta quinta-feiraUma das equipes atuou na rua Cristalina, no Veneza, na tarde nesta quinta-feira
A Operação “Tratamento de Choque” para recuperação de pontos críticos da pavimentação asfáltica de Ipatinga, que foi iniciada em 24 de maio, realizou, até a última quarta-feira (7), em apenas 11 dias úteis de trabalho, a cobertura de 1.345 buracos, conforme dados divulgados pela Secretaria Municipal de Obras. Foram atendidas 146 vias, totalizando a utilização de mais de 106 toneladas de asfalto.

Nesta quinta-feira (8) pela manhã, enquanto uma equipe atuava na rua Tucanuçu, na região das Chácaras Madalena, outra estava finalizando os reparos na rua Joaquim Cardoso, próximo ao estádio Ferreirão, no bairro Ideal.

À tarde, as equipes foram deslocadas para a rua Cristalina e imediações, no bairro Veneza, além de prosseguir o serviço iniciado na quarta-feira (7) na avenida José Anatólio Barbosa, conhecida como estrada do Parque das Cachoeiras. Visando a durabilidade e qualidade do serviço prestado, a operação “Tratamento de Choque” pretende recuperar, em três meses, todos os pontos mais precários das vias urbanas da cidade, com emprego de um volume de asfalto superior a mil toneladas. Para isso, os buracos são demarcados, os resíduos retirados após o corte, e somente depois é que a massa asfáltica é aplicada.

Maior alvo de reclamação na atualidade

Os buracos nas ruas de Ipatinga são, atualmente, o maior alvo de reclamações dos moradores. De cada dez reclamações de descaso do governo municipal, encaminhadas nos últimos quinze dias do mês de maio, aos canais de comunicação do Diário do Aço, pelo menos seis são relacionadas às más condições do piso nas vias públicas. A segunda maior origem de reclamações é em relação ao atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que, conforme relatos está ainda mais superlotado com o fechamento do hospital José Maria Morais, em Coronel Fabriciano. Uma parte da demanda foi parar em Timóteo e outra veio em Ipatinga. Não há, ainda, previsão de reabertura do hospital.
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Comentários

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Mineiro

09 de junho, 2017 | 11:58

“Impressiona como esta operação é divulgada como uma coisa maravilhosa, quanto na verdade este tipo de "remendo" nem deveria existir, pelo menos não da forma como é feita, o que se consegue com isso é mudar o problema de buraco para "calombo", já que é feito com baixíssima qualidade, pelos impostos que pagamos deveríamos ter pavimentação de primeiro mundo, Ipatinga já passou da hora de iniciar um trabalho de recapeamento das vias, aqui se anda desviando de ressaltos e buracos e tomando solavancos a todo instante... Sem falar nas prestadoras de serviços como a de água, que quase todo dia recorta nossos asfaltos para fazer seus reparos e ninguém obriga que ele deixe da mesma maneira que pegou... Pronto falei!!”

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