30 de abril, de 2017 | 20:49
Em jogo morno, Cruzeiro e Atlético ficam no 0 a 0
Com o resultado, o Galo vai para a segunda partida precisando de apenas mais um empate para sair campeão
O primeiro capítulo da final mineira aconteceu neste domingo e terminou com um empate sem gols entre Cruzeiro e Atlético. Dentro do Mineirão, as equipes fizeram um jogo que chamou atenção pela postura defensiva e de qualidade nos dois lados, o que ajudou muito no final com o placar inalterado. Com o resultado, o Galo vai para a segunda partida precisando de apenas mais um empate para sair campeão. Ao time celeste, somente uma vitória interessa se quiser sair do Horto com a taça.Geralmente é Leonardo Silva quem comanda o miolo de zaga alvinegro. Porém, apesar da atuação boa do capitão, o companheiro Gabriel foi quem chamou mais atenção. O garoto da base desarmou, bloqueou, interceptou e se deu bem na maioria das jogadas no um contra um.
Decisivo nos primeiros clássicos do ano, com dois gols e uma assistência, De Arrascaeta passou por uma tarde sumida no Mineirão. Assim como os companheiros, o camisa 10 não foi tão feliz nas tentativas de tabelas e entradas na área em velocidade. Nos dois chutes que deu ao gol, nenhum foi ao alvo.
Destaque negativo no clássico do primeiro turno, expulso após acertar um soco no zagueiro Manoel, o atacante Fred cumpriu parcialmente o que prometeu. Apesar de ter ficado longe de confusões e lances polêmicos, o artilheiro do Mineiro também passou em branco no ataque. A bola mal chegou e o atacante não converteu as poucas oportunidades que teve. A melhor delas surgiu no lançamento de Fábio Santos que Fred dominou mal e deixou a bola escapar para o goleiro Rafael. No segundo tempo, o camisa 9 ainda recebeu dentro da área, girou bem, mas pecou na hora de finalizar.
Cruzeiro toma a iniciativa e propõe, mas esbarra em boa marcação
O time da casa chamou a responsabilidade e praticamente mandou durante todo o primeiro tempo. Sem permitir que o rival sequer chutasse ao gol de Rafael, o Cruzeiro chegou a ter mais de 70% de posse de bola. Porém, a velocidade das transações, assim como as jogadas pelos lados não surtiram efeito, muito por causa da boa marcação alvinegra.
Atlético não vê a cor da bola e termina primeiro tempo sem finalizar
Defensivamente, a equipe de Roger mostrou segurança em campo, conseguiu desacelerara partida e não passou tanto sufoco, levando-se em consideração o domínio e alto volume de posse de bola do rival. Porém, as coisas não fluíram no ataque. Nas poucas chances que o time ficou com a bola, jogadores como Robinho e Fred também encontraram dificuldades e mal participaram do jogo. O reflexo da produção ruim resultou no número de finalizações no primeiro tempo: zero.
Jogo ganha em emoção e fica mais pegado, mas gols não saem
Com cinco minutos do segundo tempo, o Atlético ameaçou pela primeira vez, com Elias. Pouco depois, Gabriel subiu para a área e finalizou de fora da rede. O Cruzeiro não deixou barato e respondeu com Hudson, assustando como elemento surpresa na entrada da área. Diferente da etapa inicial, o jogo de ataque contra defesa deu lugar a um duelo mais equilibrado e de igual para igual. Satisfeito com o empate, o Atlético se trancou ainda mais e conseguiu segurar a ofensiva do rival.
(Com informações: Uol Esportes)
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