09 de abril, de 2016 | 18:00
Pessoa com Parkinson pode ter qualidade de vida
Nesta segunda-feira é lembrado o dia mundial de conscientização sobre a doença
IPATINGA Existe vida após o diagnóstico”, diz Judson Borges, de 53 anos, dentista aposentado que há 13 anos convive com a doença de Parkinson. Nesta segunda-feira (11), quando é lembrado o dia mundial da doença, Borges - presidente da Associação dos Parkinsonianos de Ipatinga cita que o Parkinson, quando corretamente tratado, é possível que o paciente tenha qualidade de vida. O próprio Judson é um exemplo de superação: atleta, ele luta contra a evolução da doença e frequenta academia, além de praticar ciclismo e natação.
No próximo domingo (17), a Associação dos Parkinsonianos de Ipatinga promove a quarta edição do Run for Parkinsons”, com início previsto para as 8h, no Parque Ipanema. A iniciativa é um movimento mundial que busca chamar a atenção da sociedade, da comunidade científica e das autoridades para a doença. A programação do evento é ampla. Haverá palestras, apresentações culturais, premiações e atividades esportivas.
O ponto alto é o circuito no parque, com uma volta de 1,8 quilômetro. A volta dos parkinsonianos poderá ocorrer com a ajuda de um voluntário e será assistida por profissionais da área de saúde. Os organizadores citam que os participantes podem caminhar, correr, andar de patins, skate, bicicleta, cadeira de rodas ou como quiser. O que vale é movimento”, enfatiza Judson. As inscrições ocorrerão no local e é pedido que os participantes vistam camiseta branca.
Em visita ao DIÁRIO DO AÇO e acompanhando da mãe e secretária da associação, Janilse Borges Rosa, e da tesoureira da entidade, Whidelma Azevedo, Borges cita que quem sofre da doença pode ter baixa autoestima e, consequentemente, é levado ao isolamento social. O diagnóstico não é o fim, mas o início de uma caminhada. O parkinsoniano não pode ficar em casa e se esconder. Você terá que se readaptar a realidade da doença”, disse.
O Parkinson não tem cura e geralmente atinge a população com mais de 60 anos. Mas, pode afetar pessoas jovens Judson Borges foi diagnosticado aos 40 anos no pleno exercício do trabalho de dentista. Dentre os sintomas, além da lentidão dos movimentos há tremores, rigidez ou instabilidade postural. Outros sintomas não motores incluem depressão, apatia, face inexpressiva e alterações na pele.
De repente vê-lo com o Parkinson, uma doença sem cura foi trágico. A doença chegou muito pesada, com muita força. Até descobrir e começar um tratamento, quem tem a doença sofre muito. Para mim que sou mãe, ele (Judson) é um exemplo. Todos os dias a mensagem dele é de otimismo. Isso ajuda as pessoas que estão à volta”, relatou Janilce Borges.
O tratamento precisa começar o quanto antes e, além dos medicamentos, há outros métodos de reabilitação, como fisioterapia e fonoaudiologia, para retardar a progressão, além dos exercícios físicos frequentes. A Associação dos Parkinsonianos de Ipatinga começou ainda em 2012 como um grupo de apoio aos pacientes e cuidadores. Em 2014 foi fundada com o apoio do Rotary Club. Em novembro do ano passado, foi declarada de Utilidade Pública por lei municipal. O grupo de pelo menos 30 participantes se reúne na rua Pedras Bonitas, 130, bairro Iguaçu.
Todo portador é bem-vindo à associação. Os cuidadores também, uma vez que eles precisam se atentar aos cuidados. Fizemos uma pesquisa e descobrimos que há pelo menos 800 parkinsonianos em Ipatinga. Queremos que a associação cresça”, disse Judson.
Outras informações sobre o grupo e como participar pelo telefone 3823-3675.
Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: [email protected]


















Greta
10 de novembro, 2025 | 17:55Fui diagnosticada com doença de Parkinson há quatro anos. Por mais de dois anos, dependi da levodopa e de vários outros medicamentos, mas, infelizmente, os sintomas continuaram piorando. Os tremores se tornaram mais perceptíveis e meu equilíbrio e mobilidade começaram a declinar rapidamente. No ano passado, por desespero e esperança, decidi experimentar um programa de tratamento à base de ervas da NaturePath Herbal Clinic. Sinceramente, eu estava cética no início, mas, poucos meses após o início do tratamento, comecei a notar mudanças reais. Meus movimentos ficaram mais suaves, os tremores diminuíram e me senti mais firme ao caminhar. Incrivelmente, também recuperei grande parte da minha energia e confiança. Tem sido uma experiência transformadora. Me sinto mais eu mesma novamente, melhor do que me sentia há anos. Se você ou um ente querido está lutando contra a doença de Parkinson, recomendo muito que você considere a abordagem natural deles. Você pode visitar o site deles em www.naturepathherbalclinic.com”