10 de dezembro, de 2015 | 20:00
Eleição na Câmara de Coronel Fabriciano
Até o momento, dois candidatos concorrerão ao posto de presidente
FABRICIANO Os vereadores de Coronel Fabriciano elegem, nos próximos dias, a nova composição da Mesa Diretora. A escolha dos quatro parlamentares que compõem a mesa (presidente, vice-presidente, 1º secretário e 2º secretário), ocorre, regimentalmente, no dia 20 de dezembro. Entretanto, como a data cai em um domingo, há a possiblidade de a votação ser realizada no dia 21. Até o fechamento desta edição, não havia confirmação sobre a data. Os eleitos permanecem no cargo pelo período de um ano.
Conforme apurado pelo DIÁRIO DO AÇO, dois candidatos disputarão o posto de presidente: Sérgio Antônio Dias, o Serjão do Casib (PT) e Eugênio Pascelli (DEM). O atual presidente, Vanderlei Cupertino Fialho, o Canídia (PT) está à frente da Casa há dois mandatos e não disputa a reeleição. Em sua primeira disputa à presidência, Serjão do Casib relata que pretende, se eleito, dar suporte aos legisladores da Casa, para que possam cumprir seu papel como vereadores e representantes do povo.
Precisamos de uma Câmara aberta para participação do povo, afinal, essa é a sua casa. Precisamos de uma reformulação nos serviços do Centro de Centro de Apoio ao Cidadão (CAC) e trabalhar com a divulgação daquilo que é papel da Câmara e que muitas vezes a população não sabe”, disse. O vereador acrescenta que pretende manter contato com o Executivo, para beneficiar a cidade.
Por sua vez, Eugênio Pascelli, que foi presidente em outras cinco oportunidades, destaca que, apesar de ser o candidato de oposição, sua expectativa é positiva. Acredito que dá pra chegar à presidência sim. Minha intenção é conduzir o Legislativo de forma transparente e colocar para funcionar, de forma que os projetos tenham rapidez na tramitação”, aponta.
O candidato salienta que questões pessoais não podem atrapalhar o processo legislativo. Para ele, o presidente deve atender tanto o interesse da comunidade, quanto dos parlamentares.
Pascelli recorda que, durante suas cinco gestões, nenhum problema foi registrado, o que atesta sua qualificação para conduzir o Legislativo. Sobre a relação com o Executivo, ele pondera que é um vereador independente e que os projetos bons serão aprovados e os ruins, reprovados. O que for bom para a população vai passar. Mas o plenário é soberano e a maioria decide. Precisamos administrar de forma coletiva, pensando no coletivo”, conclui.
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