01 de maio, de 2011 | 00:00
Usiminas leiloa vários equipamentos
Para participar, os interessados precisam estar cadastrados e solicitar habilitação
DA REDAÇÃO - A Usiminas está disponibilizando, por meio de leilão, diversos ativos que não serão mais utilizados pela empresa. Ao total são 67 lotes, localizados nas cidades de Ipatinga, Itatiaiuçu (MG), Pouso Alegre (MG), Campo Limpo Paulista (SP), Cubatão (SP), Guarulhos (SP), Taubaté (SP) e São Paulo (SP).
Entre os lotes, destacam-se dois descarregadores/carregadores das marcas Man e Hitachi, para portos e outras utilizações: manuseio de cargas pesadas, instalados na Cosipa (Cubatão,SP); duas pontes rolantes, 85 toneladas de chapas de aço, diversas máquinas voltadas para o manuseio de papel e 900 toneladas de material refratário.
Os interessados devem se cadastrar no site www.superbid.net e ofertar lances via internet até o próximo dia 5, às 11h, data de encerramento do leilão. Além do leilão eletrônico, haverá pregão físico na Alameda Lorena nº 800, bairro Jardins São Paulo.
Para participar, os interessados precisam estar cadastrados e solicitar habilitação. Os interessados em conferir os ativos antes da compra devem entrar em contato com a Central de Atendimento da Superbid, através do telefone (11) 2163-7800 ou via e-mail: [email protected]. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Para visualizá-lo, é preciso habilitar o JavaScript.
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Recuperação de passivo ambiental
DA REDAÇÃO - O presidente da Usiminas, Wilson Brummer, afirmou que não vai faltar aço para a indústria naval brasileira, durante anúncio do investimento de cerca de R$ 164 milhões para recuperar um dos maiores passivos ambientais do país, localizado no município de Itaguaí (RJ). O anuncio ocorreu no Palácio Guanabara (RJ), na última terça-feira. Segundo ele, a siderúrgica, realizou investimentos e adquiriu tecnologia da Nippon Steel para atender o parque industrial naval, tubos de grandes diâmetros e o pré-sal. "Vamos produzir produtos diferenciados que só a Usiminas possui", comentou, acrescentando que a siderurgia precisa, cada vez mais, praticar preços internacionais em função da logística inadequada do Brasil, além dos problemas de capital de giro e de assistência técnica.
Quanto a recuperação do passivo ambiental em Itaguaí, Brummer disse que, do total investido, R$ 72 milhões foram utilizados para a aquisição, em leilão em junho de 2008, da área que pertencia a massa falida da Ingá Mercantil naquele município, que pertencia a antiga Mineração Areiense S.A. (Masa), que processava zinco. O restante, R$ 92 milhões, será destinado a recuperação da área. As obras têm duração prevista de 18 meses.
O terreno, segundo ele, possui 850 mil metros quadrados e a empresa já promoveu a remoção da antiga estrutura de galpões existentes no local. Também já desenvolveu o projeto executivo de engenharia par a recuperação ambiental, aprovado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), em outubro do ano passado. Esta área é considerada um dos maiores passivos ambientais do país.
Brummer disse ainda que a Usiminas, além de dar fim aos rejeitos, também está promovendo outras ações ambientais para a comunidade. A siderúrgica já pavimentou 4 quilômetros de via urbana no bairro Somel, em Itaguaí, e negocia a recuperação de 12 hectares de Mata Atlântica e 6 hectares de mangue próximos à área do passivo. Esta previsto o plantio de árvores nativas que serão monitoradas pelos próximos três anos. (Fonte: monitormercantil.com.br)
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