20 de setembro, de 2013 | 00:04

Julgado culpado por homicídio homem pega 17 anos de reclusão

Acusados de homicídio em Cava Grande e de tentativa de homicídio em Ipatinga sentaram no banco dos réus, em Timóteo e Ipatinga


TIMÓTEO – Levado a Júri Popular no Fórum Geraldo Perlingeiro de Abreu, nesta quinta-feira, Vander Madalena, de 26 anos, foi julgado culpado pelo assassinato e ocultação de cadáver de Luís Carlos Machado Estevão. Pelo crime, irá cumprir 17 anos de reclusão.

O assassinato de Luís ocorreu em 11 de setembro de 2011, no distrito de Cava Grande, município de Marliéria. O corpo da vítima foi encontrado com queimaduras, sinais de fraturas e a cabeça enterrada na lama.

Vander e um comparsa, Rodrigo Fortunato de Oliveira, de 28 anos, foram indiciados pelo crime. Na época do homicídio, Rodrigo negou participação.

Ao ler a sentença, a juíza da Vara Criminal de Timóteo, Flávia Silva da Penha, declarou que Rodrigo foi absolvido pelo crime de tentativa de homicídio, mas condenado pela omissão do corpo da vítima. Pelo crime de ocultação de cadáver ele foi condenado a um ano em regime aberto, com prestação de serviços à comunidade.
Já Vander, que confessou ter matado Luís, foi condenado a 17 anos de reclusão em regime fechado pelo homicídio e ocultação de cadáver. O corpo de jurados reconheceu que o crime foi praticado de forma cruel e por meio que dificultou a defesa da vítima. Do réu foi tirado o direito de recorrer em liberdade.

Tentativa de homicídio
 

Em Ipatinga, o Júri Popular se reuniu para julgar João Antônio Pereira e Ervésio Carlos Costa pelo crime de tentativa de homicídio contra Adriano Valadares Sá, Juarez do Carmo Rodrigues e Wagner Feliciano de Almeida. O réu Ervésio foi absolvido e João Antônio condenado a 2 anos de reclusão.

O corpo de jurados, conforme declarou o juiz da 1º Vara Criminal, Thiago Grazziane Gandra, absolveu Ervésio do crime de tentativa de homicídio.

Já, João Antônio, foi absolvido pela tentativa de homicídio contra Juarez e Wagner, mas foi julgado culpado pela lesão corporal contra Adriano. Pelo crime, o réu foi condenado a dois anos e um mês de prisão e 81 dias multa. Por ser réu primário, João Antônio, pagará a pena em regime aberto.

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