Polícia Civil realiza Operação Antídoto

IPATINGA - A Polícia Civil realizou, durante todo o sábado, a “Operação Antídoto”, voltada para coibir o tráfico de drogas em Minas Gerais. Foram montadas equipes em vários municípios, entre eles, Ipatinga. Em todo o Estado, 300 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça para locais de armazenamento de substâncias entorpecentes, armas e munições. Destes, 24 foram cumpridos em Ipatinga por 40 policiais comandados por quatro delegados.

O nome da operação, conforme a Assessoria de Comunicação da Polícia Civil faz referência à substância que impede a ação nociva de um veneno sobre o organismo e, segundo o coordenador de Investigações e Polícia Judiciária da Superintendência Geral de Polícia Civil (SGPC), delegado Adam dos Santos, a operação tem o objetivo de prender alvos contumazes.

“É outra ação pontual e sistemática que vem sendo desenvolvida pela Polícia Civil para retirar criminosos de circulação, que, de forma nefasta, estão em convívio com a sociedade”, afirma Adam. A operação buscou também apreender quantidades menores de substâncias entorpecentes já preparadas e destinadas ao consumidor final.

Servir
Em Ipatinga, o delegado coordenador da Operação Antídoto, João Xingó de Oliveira, informou que o principal é mostrar à sociedade que a polícia está nas ruas para servir. “Dividimos as equipes em dez viaturas para quatro delegados. É mais um trabalho voltado para combater este mal que é o tráfico de drogas”, reforçou o delegado.

O balanço em Ipatinga parcial, até o fechamento desta edição, foi de uma arma de fogo apreendida com um adolescente, além de uma porção de crack. Apesar de pouca coisa apreendida, Xingó ressaltou que o objetivo foi conseguido: mostrar que a Polícia Civil está atenta ao que acontece, e prometeu novas operações a qualquer momento na região.

Nas outras 52 unidades do Estado, uma das principais apreensões ocorreu em Lavras com 1.253 pedras de crack, dois computadores, dois televisores e R$ 780,20. Em seguida, Pirapora com 59 pedras de crack, pequena porção de maconha, um revólver calibre 38, munição e mais R$ 7 mil; Capelinha, uma banana de dinamite; e João Monlevade, 36 pedras de crack, 30 papelotes de cocaína, dois radiocomunicadores, cinco celulares, R$ 1.182.
Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: falecomoeditor@diariodoaco.com.br

Comentários

Aviso - Os comentários não representam a opinião do Portal Diário do Aço e são de responsabilidade de seus autores. Não serão aprovados comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes. O Diário do Aço modera todas as mensagens e resguarda o direito de reprovar textos ofensivos que não respeitem os critérios estabelecidos.

ENVIE O SEU COMENTÁRIO