Banco funciona precariamente por problemas com a vigilância

IPATINGA - Ontem, a agência do Banco Real, localizada no Centro de Ipatinga, teve o funcionamento prejudicado por algumas horas após um impasse envolvendo os vigilantes que fazem a segurança no local. Os funcionários estavam portando armas de outra empresa que prestava serviço à instituição bancária, porém ela teve o contrato encerrado. A situação foi contornada com a chegada de revólveres legalizados desta nova empresa.

O problema foi informado pelo diretor do Sindicato dos Vigilantes do Estado de Minas Gerais, José Antônio Jesus Silva. A empresa que assumiu a vigilância, a Confederal, não havia repassado as armas para os funcionários. Eles acabaram usando armas da Moura, que teve o contrato encerrado. “É ilegal e pode trazer problemas para os vigilantes”, disse José Antônio.

A Confederal, por meio do coordenador Roberto Ferreira, adiantou pelo telefone em Belo Horizonte que iria solucionar o problema o mais rápido possível. “Devido ao feriado de Carnaval, houve atrasos na liberação dos registros das novas armas junto à Polícia Federal”, explicou Roberto. O proprietário da empresa Moura, em Uberlândia, Francisco de Moura Silva, se mostrou assustado com a atitude dos vigilantes em pegar as armas de sua empresa para realizar o trabalho.

“É algo proibido e imediatamente vamos recolher os revólveres”, informou a ação que seria realizada ontem. Porém, com a falta de uma licença da PF para o transporte das armas, ela deve ocorrer hoje.

Os funcionários do Real não puderam conceder entrevistas, mas garantiram que orientaram os clientes a procurarem outra agência caso fosse necessário ir até o caixa.  O banco voltou a funcionar normalmente por volta das 13h30.
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