Um ano depois da lama da mineração passar pelo Vale do Aço
Às 14h de 7 de novembro chegava ao Vale do Aço a lama da catástrofe ambiental da Samarco
06/11/2016 às 23:00
Alex Ferreira
Um ano depois, lama ainda desce pelo rio doce
Às 14h desta segunda-feira (7), completa um ano que a lama resultante o estouro da barragem de Função, área de mineração da Samarco/Vale/BHP, chegou ao Vale do Aço, pelo rio Doce.
Durante 48 horas esperou-se pela chegada da lama, que nunca deveria ter chegado. O estouro da barragem foi no meio da tarde de 5 de novembro e o “mar de lama”, que destruiu distritos, povoados e cidades, chegou ao Vale do Aço na tarde de 7 de novembro, um sábado.
Alex Ferreira
Como era o rio doce na Ponte Queimada, antes da catástrofe da mineração
Desde então, o rio nunca mais foi o mesmo. Chegou-se a preconizar a “morte do rio”, que na verdade tem sobrevivido às duras penas, com suas águas poluídas até hoje.
O Rio Doce, um ano e um dia depois da catástrofe ambiental da mineração permanece com água visivelmente barrenta.
Neste domingo, quando se contava um ano e um dia da catástrofe da mineração, em Mariana, a reportagem do Portal Diário do Aço esteve na histórica Ponte Queimada, entre os municípios de Marliéria e Pingo D’água, um dos primeiros pontos onde a lama foi vista, na região. Veja no vídeo como está a cor da água.