25 de outubro, de 2016 | 16:30
LIRAa aponta 1,4% de infestação do mosquito Aedes em Ipatinga
O estudo foi realizado entre os dias 17 e 20 deste mês, com 3.663 imóveis vistoriados
DA REDAÇÃO - O Levantamento dos Índices Rápidos do Aedes aegypti (LIRAa), de outubro de 2016, aponta que 1,4% dos imóveis pesquisados em Ipatinga está com a presença da larva do mosquito. Ou seja, a cada 100 casas, lotes vagos e prédios públicos vistoriados pelos agentes de controle de endemias da prefeitura, em menos de dois foram encontrados focos do Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. O estudo foi realizado entre os dias 17 e 20 deste mês, com 3.663 imóveis vistoriados.O LIRAa identifica as áreas da cidade com maior ocorrência de focos do mosquito e criadouros. Conforme o Ministério da Saúde, o índice é considerado satisfatório quando fica abaixo de 1%, situação de alerta quando está entre 1% e 3,9% e risco de surto quando é igual ou superior a 4%. Embora a infestação se mantenha estável no município e próximo do satisfatório em outubro passado, o LIRAa foi de 1,3% e em julho deste ano, foi de 0,8% a Prefeitura de Ipatinga mantém o alerta e reforça a importância da participação da comunidade na prevenção das doenças.
O momento é de conscientização e redobrar os cuidados. O período quente e úmido, típico do verão, é o mais propício para a reprodução do mosquito. O poder público realiza um trabalho permanente de controle e prevenção. Mas evitar água parada, eliminar objetos que possam servir de focos e criadouro para o mosquito e colaborar com a limpeza da cidade são tarefas simples e essenciais, e de responsabilidade de todos, para afastar estas doenças”, reitera a gerente da seção de Controle de Zoonoses da PMI, Eliane Lana.
Bairros
Conforme o último levantamento, nenhum dos bairros pesquisados apresentou risco alto de epidemia para as doenças. Em alguns pontos de Ipatinga, como Bethânia e Granjas Vagalume, o índice de infestação do mosquito foi de 0,9%, considerado de baixo risco. Os bairros com maiores índices foram Ideal e Esperança (1,8%) e Veneza, Jardim Panorama e Caravelas (1,9%), ainda próximos ao limite aceitável. Nos demais, o LIRAa apurado variou de 1,2% a 1,4%.
Mais de 80% dos focos do mosquito continuam dentro das casas, em pratinhos de plantas, lajes e calhas obstruídas, garrafas, embalagens de pets etc. Qualquer objeto que possa a acumular água é potencial criadouro para o mosquito. Mas 10 minutos semanais são suficientes para a pessoa vistoriar, limpar e eliminar focos do vetor da doença de dentro da sua residência”, relembra Eliane Lana.
A profissional também pede cuidado extra aos locais usados para armazenar água, como cisternas, tonéis, barris, poços e tanques dentre outros.
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