Segundo o TSE, Minas Gerais lidera entre candidatos e não candidatos presos

Com a votação encerrada na maior parte do país, o número de ocorrências relacionadas às eleições municipais em mais de 5,5 mil cidades brasileiras hoje (2) superou 2,2 mil registros

Foto: GCom MT/José Medeiros


Minas Gerais lidera entre candidatos e não candidatos presos
Com a votação encerrada na maior parte do país, o número de ocorrências relacionadas às eleições municipais em mais de 5,5 mil cidades brasileiras hoje (2) superou 2,2 mil registros, envolvendo candidatos e não candidatos em práticas irregulares como a de boca de urna, transporte ilegal de eleitores e distribuição de alimentos. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, 150 candidatos e 1.005 não candidatos foram presos.

Os números ainda podem aumentar porque outros balanços serão enviados pelas justiças estaduais, mesmo depois do início da apuração de votos que começou simultaneamente em todas as regiões do país às 17h, exceto no Acre onde, em função do fuso, a votação é encerrada às 19h. Em Roraima, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia o encerramento até às 18h por conta do fuso horário.

150 candidatos são presos

Do total de ocorrências, 150 envolvem nomes que estão na disputa por uma prefeitura ou vaga de vereador. Eles acabaram presos. A maior parte dos casos ocorreu em Minas Gerais, onde 43 candidatos foram detidos, seguido por Goiás (16) e Paraná (15). Só a prática de boca de urna levou à prisão em 114 ocorrências e outras 72 que foram registradas sem detenção. Também houve prisões em oito casos de transporte ilegal de eleitores, que teve dois casos registrados no Rio de Janeiro e um em outros estados (Acre, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina).

Além das prisões, o último boletim divulgado pelo TSE mostrou que há ainda outros 119 casos envolvendo candidatos, mas que não resultaram em prisões. Exemplo disso são as ocorrências de divulgação de propaganda – com 24 ocorrências sem prisão – e o caso de fornecimento ilegal de alimentos em Minas Gerais que foi o único registrado pelo tribunal até o momento.

De acordo com o último levantamento, as urnas substituídas ainda não atingiram um ponto percentual do total distribuído pelo país: 432,9 mil. Segundo dados do tribunal, até agora foram trocados 3.669 equipamentos (0,83%) e, ainda assim, em nenhuma cidade foi necessária a adoção da votação nominal.

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