20 de agosto, de 2016 | 12:59
Justiça manda soltar duas suspeitas na Operação Carcinoma
Presidente da entidade e a nora conseguiram uma liminar, enquanto o habeas corpus é julgado
Wellington Fred
Eduardo continua preso, mas a mãe dele e a esposa, Zilma e Dafny respectivamente, estão prisão domiciliar
A Justiça deferiu uma liminar de habeas corpus para duas mulheres presas na Operação Carcinoma, desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), da Comarca de Ipatinga. Elas e outras pessoas são investigadas em um esquema de desvio de recursos da Associação de Assistência às Pessoas com Câncer (Aapec).
Eduardo continua preso, mas a mãe dele e a esposa, Zilma e Dafny respectivamente, estão prisão domiciliarA presidente da Aapec, Zilma Ferreira Silva de Souza, 58 anos, e a nora dela, Dafny Sá Domingos, de 28 anos, que estavam recolhidas no Ceresp de Ipatinga, vão ficar em regime de prisão domiciliar até que a 5ª Câmara Criminal Unidade Raja Gabaglia, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), julgue o mérito do habeas corpus, impetrado por seus advogados.
A liberação das duas mulheres foi confirmada ao portal Diário do Aço pelo advogado Ignácio Luiz Gomes de Barros Júnior, um dos profissionais que atuam na defesa de 17 pessoas investigadas na Operação Carcinoma. Ela recebeu este nome, um tipo de câncer, em alusão à entidade, que é voltada para o auxílio de pessoas com câncer, investigada pelo Gaeco.
Mais investigados
Além delas, o filho de Zilma e marido de Dafny, Eduardo Silva de Souza, de 33 anos, foi preso na primeira etapa da Operação Carcinoma, no último dia 9. Também são investigados Maria Cecília Lima Oliveira, Ritchelly Sá Domingos, Flávia Magalhães Fernandes, Adnaldo Cardoso Gomes e Aline Moreira Lourenço.
Na segunda etapa da Operação Carcinoma, desencadeada na terça-feira passada (16/8), foram presas mais três pessoas, I.B.B.D., cunhada de Eduardo, D.V.M, gerente da empresa Global, que executava pagamentos a Eduardo e Dafny, e ainda O.D.Q,, advogado e contador, apontado nas investigações como o responsável pela contabilidade fraudulenta da associação.
O esquema foi denunciado por ex-funcionários, que indicaram uma rede de empresas criadas para o desvio de dinheiro recolhido em doações feitas pela população. O Gaeco estima que aproximadamente 60% dos recursos arrecadados eram desviados, com o objetivo de enriquecimento ilícito dos administradores e seus apoiadores.
A Justiça, com objetivo de resgatar o objetivo assistencial da associação, nomeou um administrador judicial em Ipatinga. Segundo o Gaeco, grupo formado por policiais militares, civis e Ministério Público, o administrador ficará responsável por aplicar devidamente o montante de dinheiro bloqueado e apreendido durante a operação.
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Otario Povo Brasileiro
23 de agosto, 2016 | 17:53liberdade de expressão so aceita algum escrever pobre tbm vota .”
População Mente Fechada
22 de agosto, 2016 | 20:39engraçado a policia do vale do aço não consegue prender politico policias corruptos nem ricos pode acontecer tudo jornalista foi morto fico na mesma ate hoje ninguém sabe o motivo .”
Marcelo Antunes
22 de agosto, 2016 | 10:46O crime compensa no Brasil”
Maria Antonia
22 de agosto, 2016 | 08:39Gostaria de saber se a nossa contribuição que foi roubada pelos picaretas será devolvido?
Espero que essa investigação não termine em em nada.”
Zeca
21 de agosto, 2016 | 20:29uma vergonha um tapa na cara da sociedade de bem neste pais esse bando de advogados e juizes que coloca na rua bandidos dessa natureza eles precisam ser lixados em praca publica por sao que sao bandidos de alta periculosidade”
Marcos Guimarães
21 de agosto, 2016 | 10:16Seria melhor que passassem a administração da AAPEC para um dos Hospitais da Região. É lamentável ver que nossas doações tomaram o rumo do descaminho.
Que a Justiça faça o seu trabalho. Apure-se o ouro, jogue-se fora a escória!
E que em nome de Deus (aos que nele creem) , nossos necessitados não paguem com a vida o preço da corrupção advinda de quem um dia se propôs CUIDAR.”
Jéssica Araújo
20 de agosto, 2016 | 23:16A Justiça é brincadeira, sempre favorece os ricos, se fossem pobres estavam na Cadeia. Mas porque os jornais não fazem matérias das coisas erradas desse povinho, como os carros que eram da Associação do Câncer e eram utilizados pela família. A casa da Associação que era residida pela família. A Policia está de parabéns!! Pena que não podemos falar o mesmo deste TJ. "Engraçado como decidiram rápido né". Tenho um primo que tentou uma liminar neste mesmo TJ e já faz mais de 30 dias e nada, mas nesse foi rápido, será Por quê? Cuidado gente este povo tem muita influência política basta ver as festas e com quem eles andavam.”
Gildázio Garcia Vitor
20 de agosto, 2016 | 13:17Infelizmente, nesse país, onde predomina a impunidade, ricos e/ou "coxinhas" não ficam presos. Cadeia só para ladrões de galinhas e/ou "mortadelas". Fiquei muito feliz em saber que um dos advogados é o " Inácinho", um ex-aluno que muito admiro.”