09/02/2018 22:21:00

Parques ecológicos são opções de tranquilidade no carnaval

Com paisagens deslumbrantes e diversos atrativos turísticos, os parques estaduais e nacionais podem ser alternativas mais baratas nos dias de um dos mais importantes feriados nacionais



Fernando Lopes

Divulgação


A Cachoeira do Tabuleiro é um dos principais pontos do Parque Nacional Serra do Cipó
O carnaval se aproxima e opções para curtir a folia é o que não falta em Minas Gerais e nos demais estados do Brasil. Bem perto da região do Vale do Aço, as unidades de conservação ambiental também oferecem ambientes tranquilos para quem quer ficar distante do agito carnavalesco.

Com paisagens deslumbrantes e diversos atrativos turísticos, os parques estaduais e nacionais podem ser alternativas mais baratas nos dias de um dos mais importantes feriados nacionais. As unidades de conservação não promovem folia carnavalesca, destacando-se pela oportunidade do contato e contemplação da natureza. Abaixo, o Diário do Aço lista os três parques mais próximos do Vale do Aço. Programe sua viagem de descanso.

Parque Estadual do Rio Doce

Wôlmer Ezequiel


Parque Estadual do Rio Doce oferece hospedagens e restaurante
Entre as principais atrações do Parque Estadual do Rio Doce (Perd) estão a Lagoa do Bispo; trilhas ecológicas, entre elas a Trilha do Vinhático com 1.004 metros de caminhada; pesca de espécies exóticas e banho na praia da lagoa. O Perd ainda conta com guias para auxiliar os visitantes.

Para visitação, com entrada e saída no mesmo dia, o parque está aberto de domingo a domingo, das 8h às 17h. A taxa é de R$ 20 por pessoa. E quem deseja dormir no Perd pode utilizar a área de camping, com taxa diária de R$ 40 por pessoa. Todas as acomodações dos alojamentos já foram reservadas para a data. Os alojamentos são para duas pessoas (R$ 120), três pessoas (R$ 150), quatro pessoas (R$ 180) e cinco pessoas (R$ 220). O restaurante do Perd funciona todos os dias. Os valores e horários serão os mesmos durante o feriado de carnaval. A expectativa é que o parque receba em torno de 2.000 pessoas no feriado.

O acesso ao Parque Estadual do Rio Doce é feito pela MG-760. De Timóteo segue-se em estrada asfaltada até o distrito de Cava Grande, em Marliéria. Depois são mais 5 quilômetros em estrada recém-pavimentada e mais 15 em estrada de terra até a portaria do Perd. Outro caminho é via Marliéria e Pico do Jacroá. Para quem vem de Belo Horizonte pela BR-381 o acesso pode ser feito no trevo de Jaguaraçu. Do Centro de Marliéria, via Pico do Jacroá, até a portaria são 12 quilômetros de estrada de terra. No alto da Serra do Jacroá agora é possível conhecer o mirante, inaugurado no mês de dezembro passado. Outra opção para quem vem de Belo Horizonte é seguir pela BR-262 até o trevo de São José do Goiabal, onde há a entrada para a MG-760.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (31) 3822-3006 ou pelo site www.ief.mg.gov.br/component/content/195?task=view.

Parque Nacional do Caparaó

Alex Ferreira


Com o período do calor, as cachoeiras do Vale Verde, na entrada do parque, são o atrativo do Caparaó
Na divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo o Parque Nacional do Caparaó abriga um dos mais altos pontos do país, o Pico da Bandeira. Com a exuberância da Mata Atlântica, o parque propicia ao visitante um contato direto com a natureza e paisagens diferenciadas, devido à elevada altitude. Na parte baixa do Parque, tanto na portaria de Alto Caparaó, em Minas Gerais, quanto em Pedra Menina, no Espírito Santo, há opção de várias cachoeiras.

A unidade de conservação, até o momento, não cobra taxa de entrada aos visitantes. O parque conta com área de camping, também sem cobrança. Para acampar no local é necessário realizar a reserva pelo site www.icmbio.gov.br/parnacaparao. Nas áreas do entorno do parque também é possível encontrar outras opções de hospedagem em hotéis e pousadas.

Não foi notificado nenhum caso suspeito de febre amarela na região do Caparaó, contudo, a administração da reserva solicita aos visitantes que levem o cartão de vacina, a fim de comprovar a imunização contra a doença. A gerência ainda recomenda o uso de repelentes durante os passeios.

Para chegar ao Parque Nacional do Caparaó saindo de Ipatinga, siga pela BR-458 sentido Caratinga. Depois, BR-116 até Realeza, onde a viagem continua pela BR-262 até Reduto, MG-111 até Alto Jequitibá e, finalmente, a rodovia que leva a Alto Caparaó. O trajeto entre Ipatinga a Alto Caparaó tem 219 quilômetros.

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (32) 3747-2086/ (32) 3747-2943 ou pelo site www.icmbio.gov.br/parnacaparao.

Parque Nacional Serra do Cipó

Divulgação


Cachoeiras e lagoas são alguns dos atrativos na Serra do Cipó
Com diversas cachoeiras, lagoas, vales e vegetação peculiar, o Parque Nacional Serra do Cipó está situado na região central de Minas Gerais, na área de transição dos biomas Mata Atlântica e o Cerrado. Os principais pontos do parque são acessados por meio de trilhas curtas, médias e longas, que podem ser feitas a pé, de bicicleta ou a cavalo, que devem ser alugados com antecedência.

A cobrança para o acesso ao Parque Nacional Serra do Cipó está suspensa. A unidade de conservação não oferece hospedagem e local para refeição. O indicado é levar lanches. Nas proximidades do parque é possível encontrar áreas de camping, pousadas e hotéis, além de bares e restaurantes. A locação de bicicleta e cavalo é feita pela Associação dos Moradores de Santana do Riacho, pelos telefones (31) 99647-8579 e (31) 98270-9961.

O acesso à unidade de conservação, saindo de Ipatinga, pode ser feito via BR-381 até Roças Novas, depois MG-900 e MG-855 até Macaúba. A portaria principal do parque fica no município de Jaboticatubas, distante 222 quilômetros de Ipatinga. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (31) 3718-7151/ (31) 3718-7475 www.icmbio.gov.br/parnaserradocipo.


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Comentários

Carla Gomes

04 de Fevereiro, 2018 | 11:04
Quanta beleza tão perto da gente e muitas pessoas vão enfrentar longas viagens para o litoral. Vamos valorizar coisas nossas, pessoal. Eu já programei a minha ida para a Serra do Cipó. Ahhh o Diário do esqueceu de falar do distrito de Ipoema, mais perto ainda. Conheci lá em dezembro, uma lindeza só.
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