30/09/2012 - 00h00
Parques do Vale adota medidas sustentáveis
Os paletes usados no transporte dos blocos de meio-fio são reaproveitados dentro do canteiro de obras


Divulgação
Estacas usadas no campo
Reutilização de materiais no pátio de obras gerou economia para o empreendimento

CARATINGA - O Parques do Vale encontrou algumas maneiras sustentáveis de contribuir para a preservação do meio ambiente e ainda trazer economia para a obra. Resíduos dos processos de construção, que são normalmente descartados como entulhos, passaram a ser transformados e reutilizados dentro do próprio canteiro de obras. A empresa deu um passo à frente ao desenvolver medidas que visam a sustentabilidade e a redução de impactos ambientais.

“Reciclar, reutilizar e reduzir é o nosso lema no Parques do Vale. Buscamos sempre implementar medidas que sejam sustentáveis e que tragam algum benefício para obra. Nas nossas reuniões semanais os próprios funcionários sugerem ações e estudamos a viabilidade de colocar em funcionamento”, destaca o engenheiro Pablo Japiassu.

Reciclados
Os paletes usados no transporte dos blocos de meio-fio são reaproveitados dentro do canteiro de obras. Eles são transformados em madeira para os piquetes e estacas, peças importantes tanto na topografia do terreno, quanto para a sinalização de segurança nas frentes de serviço. “Este processo nos permite promover uma eficiente gestão ambiental na administração dos recursos materiais, a fim de evitar desperdícios, reduzir custos, controlar a geração de resíduos e contribuir para o meio ambiente”, pontua Pablo Japiassu.

Outra medida interessante e eficiente encontrada na obra foi a reutilização dos tambores descartados pela lubrificação. “Uma vez limpos e pintados, os tambores, antes encarados como resíduos, podem ser novamente utilizados, reduzindo gastos e contribuindo para a sinalização e segurança nas frentes de serviço”, enfatiza o engenheiro.

Com a reutilização dos tambores, a obra economiza na compra de dispositivos e cones essenciais para isolamento, interdição e sinalização. Os tambores têm baixo custo de manutenção, que é a pintura, e são bem mais resistentes que os cones em formato barril e funil. Estes deterioram facilmente devido à exposição ao sol e chuva, ressecando e não resistindo à ação do tempo.

Economia
A economia gerada por esta iniciativa é fácil de ser colocada na ponta do lápis. A obra gastaria, em média, R$ 15 mil por ano na compra de piquetes e estacas. Para a reutilização dos paletes o custo é zero, dependendo apenas da mão de obra dos colaboradores. Cada cone de sinalização custa, na média, de R$ 60 a R$ 240, e a reutilização dos tambores contabiliza um gasto de R$ 4 por unidade, incluindo as tintas para pintura.

Consumo
Algumas atitudes simples como estas podem fazer a diferença no volume de resíduos produzidos na obra. “Além de preservar o meio ambiente, o objetivo é mudar certos padrões de consumo. Com criatividade e inovação, podemos usar um produto de várias maneiras. Com esta prática cotidiana, instruímos os nossos funcionários a fazerem o mesmo em suas casas”, completa o engenheiro Pablo Japiassu.
 











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