TSE

Cabe à população a análise das propostas de governo para uma escolha correta
IPATINGA – Com as chapas já definidas, foi dada a largada para as campanhas eleitorais que irão definir prefeitos e vereadores, em mais de cinco mil municípios brasileiros. A três meses do primeiro turno das eleições municipais, os candidatos já começam a ir às ruas pedir voto. Cabe à população a análise das propostas de governo para uma escolha correta, embasada em planos coerentes, sensatos e condizentes com a realidade do município.
Durante a campanha, regras devem ser seguidas pelos candidatos. De acordo com a resolução nº 23.370/2011, publicada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são proibidas propaganda em outdoors, showmícios ou eventos assemelhados para a promoção de candidatos e a apresentação, remunerada ou não, de artistas com o objetivo de animar comício e reunião eleitoral.
A regulamentação proíbe, ainda, a produção, uso e distribuição, por comitê ou candidato de brindes, camisetas, chaveiros, bonés, canetas, cestas básicas ou outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor. Aquele que desrespeitar as normas pode responder por prática de compra de votos, emprego de propaganda proibida e, se for o caso, por abuso de poder.
A transmissão da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão será permitida de 21 de agosto a 4 de outubro – o que deve esquentar ainda mais as campanhas.
O DIÁRIO DO AÇO foi às ruas na tarde dessa segunda-feira (9) para saber da população como ela escolhe seus representantes. A reportagem perguntou aos populares os critérios utilizados antes de definir que candidato será votado nas urnas eletrônicas no pleito de outubro.
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Wôlmer Ezequiel  Osvaldo Pereira de Souza - Osvaldo Pereira de Souza, 53 anos, Auxiliar de Vendas, Vila Formosa. “Bom, eu ainda não escolhi meu candidato. Eu os avalio pela conduta e pela postura. Olho o passado, o que ele ou ela já fez – muito embora a política esteja desgastada em termos de ética. Falta mais seriedade. Eu voto consciente, buscando a Deus, para que Ele me auxilie na escolha”.
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Wôlmer Ezequiel  Malta de Souza, 59 anos, dona de casa, Ipaba - “Pessoalmente, eu olho a sinceridade e honestidade de cada candidato. Em cidade pequena a gente consegue estar mais próximo deles e saber com que cara cada um fala de suas propostas. Os que falam muito, geralmente, fazem pouco. Acompanhei o candidato que escolhi nas eleições passadas para saber se ele merecia meu voto”. |
Wôlmer Ezequiel  Paulo Henrique Dolabela, 49 anos, vigilante, Canaã - “A questão é escolher o menos pior. A cidade está no momento jogada às traças. Com isto, é olhar bem o que cada um tem a oferecer a partir de agora. Parar e observar cada plano de governo e colocar na balança, para dali escolher o menos pior”.
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Wôlmer Ezequiel

Sônia Maria Salgado, 54 anos, chefe de cozinha, Bethânia - “É importante ver o que cada um fez, assim como o que irá fazer. Analisar os planos de governo é importante para isto. Lembro-me de quem escolhi nas últimas eleições e observei a gestão. Isto pesa na avaliação que vou fazer agora do candidato”.
Wôlmer Ezequiel  Natália Ferreira, 18 anos, menor aprendiz, Canaã - “Ainda não escolhi meu candidato à Prefeitura. Eu olho para o que ele irá fazer, o jeito que ele trata as pessoas quando sai às ruas, os projetos que ele irá realizar, bem como as obras que irá fazer. Já votei antes, mas não me lembro de quem votei nas eleições passadas, mas vou olhar o que cada um deles irá propor à sociedade”. |
Wôlmer Ezequiel  Décio Canedo, 51 anos, comerciante, Caçula - “O melhor critério seria avaliar a vida de cada candidato. Porém, no Brasil, isto não funciona bem. O candidato de boa índole e caráter entra e se corrompe devido ao sistema. A política brasileira facilita e estimula a corrupção. É preciso, antes de tudo, mudar o sistema”. |