Wôlmer Ezequiel

Ao todo, 610 alunos estão sem aulas
TIMÓTEO – A paralisação dos professores das instituições federais de ensino, deflagrada no dia 17 de maio, pode ter novo rumo. Uma reunião marcada para o próximo dia 19, no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, em Brasília, envolvendo representantes dos educadores e do governo, pode encerrar a greve.
A negociação representa um recuo do governo, que afirmou anteriormente não negociar com grevistas. No Cefet-Timóteo, a paralisação foi aprovada em assembleia realizada no dia 21 de maio e atinge mais de 90% do corpo docente, além de 610 alunos.
Reivindicações
Os docentes reivindicam a reestruturação da carreira, prevista no acordo firmado em 2011 e, segundo o sindicato, descumprido pelo governo federal. A categoria pede carreira única, com 13 níveis remuneratórios e variação de 5% entre estes níveis, a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), incorporação das gratificações e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.