05/05/2012 - 00h00
Campanha “Não Dê Esmolas” é levada à rede de ensino



José Barbosa-ACS/PMI
não dê esmolas
Cemário Campos explicou que a dar esmolas estimula a miséria e o consumo de drogas

IPATINGA - A segunda etapa da campanha “Não Dê Esmola, Dê Oportunidades” chegou, na noite de quinta-feira (3), à rede municipal de ensino de Ipatinga. O secretário de Assistência Social, Cemário Campos, ministrou palestra sobre o assunto para os estudantes da Escola de Jovens e Adultos da Escola Municipal “Arthur Bernardes”, no bairro Canaã. 

Durante a sua intervenção, o secretário afirmou que dar esmola é financiar a miséria e, na maioria das vezes, “é também alimentar a criminalidade”. Cemário revelou que dados de um levantamento realizado por técnicos de sua secretaria, onde foi constatado que cada pedinte arrecadava, por dia, em média, entre R$ 50 e R$ 70.
 

O secretário ainda complementou que, praticamente a totalidade deste montante arrecadado, servia para a compra de crack, alimentando desta maneira o tráfico na cidade e produzindo mais “moradores de rua” nas praças e sob os viadutos. “A esmola precisa acabar porque ela contribui para a continuidade dessas pessoas nas ruas e estimula o uso de drogas”, concluiu.
 

Participaram do evento a psicóloga do Centro de Referência Especializado de Assistência Social, Junília Medeiros, e a diretora do departamento de Assistência da Secretaria, Arli Schuchter. Elas forneceram aos estudantes material para facilitar a multiplicação dos argumentos da campanha em toda a cidade. 
 

Na próxima terça-feira (8), a capacitação da segunda etapa da campanha “Não Dê Esmolas” será realizada às 19h, na Escola Municipal Márcio Andrade Guerra, no bairro Veneza II. No dia 15 (terça-feira), será a vez da capacitação dos coordenadores da rede municipal de ensino, às 7h30, na escola Padre Cícero de Castro, no bairro Areal. Ainda no dia 15, às 19h, mais uma palestra será realizada na escola municipal Zélia Duarte, no bairro Bethânia.











RAUL OLIVE ELER
05/05/2012 - 08h42
Não adianta oportunidade, porque eles não querem trabalho, querem facilidade. Tem um que pede dinheiro na rua moacir birro(CF), no semaforo, eu trabalho proximo dali, em certas ocasioes já ofereci trabalho para eles e marcam de ir e não vão e continuam pedindo dinheiro. Na porta do Bradesco tem um que tem ate moradia, descendo o morro da igreja catolica(bretas) tem outro que no fim do dia, falta ele bater um cartão e ir embora. Complicado. O Certo mesmo é não dar o dinheiro e dar oportunidade, mas não é facil...











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