24/04/2012 - 00h00
“Em Fabriciano o PT fez a diferença”
Pré-candidata fala sobre as ações e os projetos do partido para o município


Silvia Miranda
rosangela mendes
Rosângela Mendes: “Temos vários projetos prontos, mas que não terminam agora”

FABRICIANO – Nesta semana o DIÁRIO DO AÇO traz uma série de entrevistas com os pré-candidatos ao cargo de prefeito de Coronel Fabriciano. Nesta terça-feira (24) Rosângela Mendes Alves, do Partido dos Trabalhadores (PT), revela como a legenda pretende conseguir seu terceiro mandato consecutivo no município.

DIÁRIO DO AÇO – Existe a possibilidade de o PT abrir mão de sua pré-candidatura para apoiar outro candidato do município?
ROSÂNGELA MENDES ALVES – Em hipótese nenhuma, pois essa discussão já foi feita há bastante tempo dentro do PT e com o atual governo. Essa decisão já foi tomada, tanto que nossa pré-candidatura está bem definida, inclusive, sem a realização de prévias. Então, não existe nenhuma possibilidade de abrirmos mão.

DA - Como estão as negociações para a formação das coligações e quais são os partidos que devem se aliar ao PT?
ROSÂNGELA MENDES – Hoje, nós já temos seis partidos confirmados para a nossa coligação: o PPL, PRP, PTC, PT do B, PRPB e PT. Quero dizer que ainda há partidos nos procurando e nós ainda não estamos fechados para novas conversas; mas fechados e já acordados, nós estamos com esses partidos citados.

DA – Hoje o município enfrenta um grande problema em relação à segurança pública, inclusive com um alto índice de homicídios. Como a senhora acredita que é possível resolver esse problema?
ROSÂNGELA MENDES – Segurança pública, a meu ver, é um problema do governo do Estado e não do município. O que é possível fazer é o que já está sendo feito pelo atual governo é dar um apoio a Polícia Militar, a Polícia Civil com manutenção e convênios, enfim dando uma sustentação. Agora, nos responsabilizar pela segurança do município não é possível porque, essa é uma responsabilidade do Estado e nós já temos tantas demandas que não podemos assumir mais essa.

DA – Há uma forte polêmica a respeito dos radares instalados no sistema de trânsito. Para muitos, atrapalha até mesmo o fluxo do comércio, pois as pessoas têm medo de vir ao município e serem multadas. A senhora não teme que isso possa atrapalhar a sua pré-candidatura?
ROSÂNGELA MENDES – Eu acredito que não, porque desde o início do nosso governo nós implantamos os radares dentro de uma política séria para o trânsito. A nossa obrigação é proteger os mais fracos, que são os pedestres; Aqui, hoje, além dos radares nós temos as faixas elevadas dos pedestres e os agentes municipais de trânsito que trabalham de uma maneira tranquila com a comunidade, e de forma muito correta com os motoristas. A população tem pedido que esse sistema de sinalização com as faixas elevadas seja também levado para os bairros. E de uma maneira em geral os motoristas não reclamam dos radares, pelo contrário nós recebemos muitos elogios de outras cidades e até dos moradores. O que nós queremos é proteger vidas e é aquele velho ditado, é preferível perder um voto a perder uma vida. Temos trabalhado de uma forma preventiva e educativa e eu acho que de forma alguma ninguém deixa de vir a Fabriciano para fazer as suas compras, pois só paga multa quem infringe a lei.

DA – O PT nunca ficou por tanto tempo a frente da Prefeitura de Coronel Fabriciano. Por que a senhora acredita que o partido conseguirá o seu terceiro mandato consecutivo?
OSÂNGELA MENDES – Isso é resultado de um bom trabalho, uma boa gestão. O PT tem feito um excelente trabalho em todas as cidades onde ele tem governado e nós temos um projeto em nível de Brasil. Em Coronel Fabriciano, nós temos feito uma política séria, voltada realmente para quem precisa, com a inversão de prioridades. Fabriciano possui uma diferença dos municípios vizinhos, sofre muitas dificuldades até pela sua própria topografia e pela sua localização de estar entre dois municípios com melhor poder aquisitivo, por isso é um lugar onde o PT fez a diferença. Nós trabalhamos muito com obras, mas trabalhamos muito mais com educação, assistência social, saúde, trazendo um bem estar muito grande para as pessoas, mudamos realmente a vida das pessoas. Temos vários projetos prontos, mas que não terminam agora e eu acho que isso é de responsabilidade nossa, nós queremos terminar essas obras, a nossa pretensão é continuar, mas avançar.

DA – O fechamento do antigo Hospital Siderúrgica está próximo de completar um ano e, até então, não há data marcada para a sua reabertura. Qual será a sua resposta para a população em relação aos problemas do setor da saúde?
ROSÂNGELA MENDES – A minha resposta é a que nós temos dado até agora, o que o nosso prefeito (Francisco Simões) fez foi entrar, na Justiça, contra o próprio governo federal do PT para resolver essa situação. O governo do Estado já assumiu sua responsabilidade, fez a compra do imóvel e nos garantiu que abriria o hospital daí a 30 dias, depois adiou para mais 60 dias, então agora não está mais em nossas mãos, o que nós podíamos fazer nós já fizemos. O hospital que era particular hoje é do Estado, estamos esperando e contamos com o bom senso do governo estadual para que reabra o mais rápido possível, então a gente fala a verdade com as pessoas: não depende mais do município ou da administração. Não podemos precisar a data de reabertura porque o Estado não dá essa informação.

 











RAUL OLIVE ELER
24/04/2012 - 07h00
Rosangela, você me deculpa, mas não entende nada de transito. Essas faixas elevas tem locais que não faze sentido, na minha opinião foi só para gastar dinheiro, pois faixa elevada de pedestre é para os cadeirantes e não para pedestres. Avenida sanitaria foi instalada muitas faixas elevadas sem logica. Nós que usamos o transito constatemente vimos a dificuldade que é, sobre os radares, foi constadado uma mafia aqui em fabriciano dos radares, então não desce essa que recebe elogios. Recentemente foi instalado na curva da morte um radar, mas em local inapropriado, aquele radar ainda vai causar mais acidentes, pois o sujeito vem correndo e freia dentro da curva para passar nele, bastará chover e verá. O transito dentro da cidade não flui, muitas ruas jogam o trafego para dentro de uma só, apartir da ponte que liga timoteo-fabriciano, se o carro entrar no centro, ele só consegue sair lá no semaforo do bradesco, a rua da antiga galaxia precisa ser liberada sentido delegacia para desafogar o transito, as ruas paralelas ao banco do brasil, da farmacia popular, e a outra lá em baixo, todas são no mesmo sentido, quem fez assim não se deu ao trabalho de analisar. Como você vai resolver isso? o transito de uma cidade tem que ser uma das principais modificações a ser feitas, pois inibe empresas, pessoas de vir na cidade para comprar e ou instalar suas empresas. Pense nisso...











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