26/10/2017 09:20:00

Honrando o passado e garantindo o futuro



ACS Usiminas


Sergio Leite, presidente da Usiminas
No centro das mudanças que vêm ocorrendo na Usiminas está o chamado Grupo dos 10. Formado em maio de 2016, a equipe reúne três forças da Usiminas – brasileiros, japoneses e ítalo-argentinos, representantes das principais áreas da companhia para levantar, debater e definir as ações para o crescimento da empresa.

“A partir da liderança desse núcleo, houve uma forte mobilização de toda a equipe e em toda a empresa. Trabalhamos intensamente na redução de custos, na revisão de processos e até mesmo na formação do quadro gerencial”, informa o coordenador do Grupo dos 10 e diretor de Tecnologia da Informação (TI) da empresa, César Bueno.

Com pouco mais de um ano de atividades, o Grupo ampliou o escopo de atuação para manter os resultados positivos já alcançados e também para preparar a Usiminas para o futuro. “Pessoas são sempre o maior patrimônio de uma empresa. São elas que geram resultados e promovem o atendimento ao cliente. Então, é com esse foco que estamos resgatando o clima interno, de forma que elas possam se sentir motivadas, que tenham satisfação e orgulho de fazerem parte da Usiminas”, avalia o presidente Sergio Leite. 

Em outra frente, a Usiminas investe também em um novo planejamento a médio e longo prazos. A peça-chave da iniciativa é um programa desenvolvido em parceria com a Fundação Dom Cabral, chamado Trilha de Desenvolvimento da Liderança, que está orientando 382 lideranças da empresa na construção de um caminho claro e estruturado rumo ao futuro.

Serão três anos de preparação que, de acordo com Leite, marcarão a mudança da estratégia de sobrevivência que vinha sendo adotada pela Usiminas para uma estratégia de “construir o presente e o futuro e de se reposicionar como referência no mercado de aço e para a sociedade brasileira”.

Primeira empresa estatal brasileira a ser privatizada, em 1991, a Usiminas expandiu sua capacidade instalada, a receita líquida e faturamento bruto. É reconhecida como uma empresa inovadora e mantém a liderança do mercado nacional de aços planos e a posição de maior complexo siderúrgico da América Latina.
 
ACS Usiminas


Retomar a operação do alto-forno 1 é fundamental
Trajetória ascendente
Hoje presente e atuante em seis estados do país, os negócios da Usiminas entraram em trajetória ascendente não apenas na siderurgia. Depois de avanços importantes na área, como a reforma para reativação do Alto-Forno 1 e a reestruturação da Usina de Cubatão, na Baixada Santista, a empresa vem contabilizando bons resultados também nos negócios da área de mineração e no processamento de aços planos.

Na Mineração Usiminas (Musa), instalada na região de Serra Azul, no Quadrilátero Ferrífero Mineiro, foi retomada, em agosto passado, a produção na Flotação e na Mina Leste, localizada em Itatiaiuçu e Mateus Leme (MG). A expectativa da Usiminas é que essas medidas permitam, até o fim do ano, uma elevação de cerca de 25%, ou cerca de 800 mil toneladas anuais, na produção de concentrados de minério de ferro. O produto será destinado ao mercado externo, em especial à Ásia.

A Soluções Usiminas, maior indústria processadora de aços planos do país, também vem apresentando melhorias significativas nos resultados. Conforme o último resultado divulgado, relativo ao 2º trimestre de 2017, a receita líquida da empresa cresceu 4% em relação ao período anterior graças ao crescimento no volume de vendas de produtos e serviços no período.

O presidente da Usiminas, Sergio Leite, afirma que a empresa vive hoje uma nova etapa na sua história recente, com metas de gestão bem estabelecidas, voltadas, principalmente, para a geração de resultados, a busca pela excelência no atendimento aos clientes e a melhoria do clima organizacional. “A equipe da Usiminas vem trabalhando incansavelmente para manter a empresa como protagonista no mercado siderúrgico brasileiro e da América Latina.
Estamos pavimentando um caminho de crescimento sustentado e temos a nosso favor, também, o DNA da qualidade, da inovação e da tecnologia”, afirma Leite.


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