23/05/2017 08:17:00

Dia Nacional do Café: a bebida que supera a experiência da xícara



A cultura do café no Brasil é muito forte. Tanto é verdade que o dia 24 de maio foi instituído como o Dia Nacional do Café. O pequeno grão caiu no gosto do brasileiro de tal forma que hoje existem diversos negócios de alimentação e profissionais especializados na bebida.

Pedir um café na Itália (un caffè), assim como em vários países da Europa, é entendido como pedir um "espresso". Em português, o tradicional expresso.


Além disso, ele é um dos principais produtos de exportação do país, concorrendo até mesmo com a carne. O Brasil produz um café de primeira qualidade e me arrisco a dizer que o nosso café é um dos melhores do mudo.

O grão chegou ao nosso país ainda na era da colonização e trouxe consigo a cultura da convivência na cozinha. Tornou-se, assim, uma paixão. Nas redes sociais é comum encontrarmos mensagens de bom dia com os seguintes dizeres: “um bom dia começa com cheirinho de café”.

Por que isso ocorre? Porque o café passa a sensação de aconchego, de conforto, de família, de convivência e de compartilhamento. Ele supera a experiência da xícara e sempre é uma boa companhia, seja numa reunião de negócios, de amigos ou de família. E mesmo se você estiver sozinho, uma xícara de café pode ser confortante!

A busca pelo produto

Como o café é um gosto cultural do brasileiro, consequentemente a busca pelo produto é inevitável. Isso é tão forte que muitos ambulantes de negócios de alimentação começam vendendo café com bolo ou biscoito nas ruas ou portas de empresas.

Houve, nos últimos anos, uma crescente nos mercados das cafeterias e dos profissionais especializados. Hoje existem, por exemplo, cursos específicos para tratar da química do café. Os alunos aprendem da qualidade do grão às técnicas de preparo. Você sabia que existem até drinks que levam álcool e café?

O maior desafio para quem deseja se aventurar neste mercado é que o produto tem um baixo valor. Como aumenta-lo? Possuindo um ambiente que tenha valor agregado, afinal é muito diferente vender um cafezinho coado na porta de uma construção, por exemplo, de vender o mesmo cafezinho dentro de uma cafeteria. São ambientes, públicos e experiências diferentes.

Na hora de vender, tenha paciência, pois o retorno é um pouco mais lento que em outros negócios de alimentação, no entanto é um produto que não é atingido pela sazonalidade. Pelo fato de ser constante, o empresário não terá um alto fluxo e um baixo fluxo, terá um fluxo constante.

Além de explorar o grão, o gestor pode investir em valores agregados, como uma confeitaria, lanches ou salgados. Esta bebida sempre vem acompanhada e vários produtos conversam bem com ela. Algumas cafeterias têm um cardápio variado e oferecem até espaço para eventos.

O café um produto muito importante para o Brasil e a tendência é que cada vez mais novidades surjam para incrementar o produto e esse mercado.

Fernanda Fernandes, consultora, especialista em Gestão de Negócios de Alimentação. Informações: contato@negociosdealimentacao.com.br | www.negociosdealimentacao.com.br


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